Branding, E-mail Marketing e o fator humano: qual a relação entre eles?

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Antes de mais nada, para falarmos de Branding, deve-se lembrar da marca, portanto, quando Kotler disse que uma marca traz uma série de significados, desde seus atributos, valores e até sua personalidade, ele também quis dizer que cada um destes, geram valores positivos ou negativos a ela.

Esse conjunto de ativos e passivos ligados a marca, é o Branding. Assim, ele assume um papel macro, de responsabilidade de todos, mesmo que algumas áreas possuam uma atuação de forma mais relevante.

O CEO, por exemplo, lidera as estratégias da empresa que refletem em sua valorização, o RH dissemina a cultura, o Financeiro honra com a saúde financeira, e o Marketing precisa conquistar corações, fortalecer a marca e todos seus ativos, e é aí que o E-mail Marketing nos ajuda nesta tarefa, e muito!

Primeiramente, lembramos que tudo isso é inútil quando não se leva em consideração o fator humano. Pode-se utilizar o melhor software do mercado, mas sem o intelectual humano, a estratégia, o projeto, tudo mais perde o valor. Então planeje 70% de seu tempo, e o restante execute, e seja bom em executar.

Segundo Yoshio Kawakami  presidente da Volvo, “Planejar é sempre mais empolgante que executar. Não caia na armadilha do bom planejamento e péssima execução.”

Desta forma, quando criamos uma campanha de e-mail marketing, temos pré-requisitos para um retorno positivo, tanto da empresa fornecedora quanto da comunicação, assim ambas podem inviabilizar sua meta, se não se somarem.

Exija uma tecnologia que cumpra seu papel, que honre com uma usabilidade friendly, que possua uma entregabilidade séria, recursos intuitivos, que potencializem seu relacionamento e agregue valor à sua marca.

Por outro lado, pense em uma comunicação assertiva, e para uma boa execução, aí vai algumas dicas:

•        Primeiro, seja relevante e envie informações que faça sentido dentro da jornada de seu cliente ou lead.

•        Tenha consistência, crie pontos de contato com seu target, e se coloque no lugar dele, assim descobrirá se está sendo invasivo, chato ou com uma linguagem incondizente.

•         Autenticidade, sua marca precisa ser baseada em sua real capacidade, o que se diz, deve ser cumprido.

•        Presença, esteja presente, automatize suas ações, crie réguas de relacionamentos, abuse de cases, depoimentos, engaje.

•        Diferenciação, não fale mais do mesmo. Quando não der, reinvente a forma de dizer ou vender o mesmo, explore arquétipos, seja criativo e fuja de clichês.

•        Respeite as boas prática: sem elas, não chegará nem perto de quem quer atingir. Cada formato, horário, segmentação; tudo deve ser pensando antes de dar o “play”.

•        Clareza: tenha certeza do entendimento dos atributos de sua marca pelo seu público. É comum as campanhas que não dizem o que realmente ofertam ou fazem. Antes de ideias mirabolantes de comunicação, pense no retorno sobre o investimento de suas ações.

Portanto, quando aproximamos sua marca, a forma de divulgá-la e o lado humano que conduz tudo isso, sentimos uma relação dependente, complementar. Mesmo assim, as vezes ficamos cegos ou descartamos o valor de um ou de outro, e esquecemos que não é possível um resultado de excelência, de forma isolada.

E você, qual sua opinião, dores e cases de sucesso sobre o uso de e-mail marketing em sua empresa? Conte conosco para atender suas necessidades.

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